23/12/2021 às 13h17min - Atualizada em 23/12/2021 às 13h17min

Paraíba teve saldo positivo de 4.368 postos de trabalho em novembro de 2021

Maior geração de emprego no estado durante o período ocorreu no setor de serviços

Portal Correio
Foto: Imagem ilustrativa/Marcello Casal/Agência Brasil
Com 14.347 admissões e 9.979 demissões, a Paraíba teve saldo positivo de 4.368 postos de trabalho em novembro de 2021. As informações foram divulgadas nesta quinta-feira (23) pelo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho e Previdência.

De acordo com os dados divulgados, a maior geração de emprego no estado durante o período ocorreu no setor de serviços (1.821 postos a mais); seguido por comércio, reparação de veículos automotores e motocicletas (1.805); construção (580); e indústria geral (210). O segmento de Agricultura, pecuária, produção florestal, pesca e aquicultura teve uma perda de 48 postos de trabalho.

No acumulado de 2021, a Paraíba ganhou 32.813 postos de trabalho – até o fim de novembro foram 160.860 admissões e 128.047 demissões. Já no período de 12 meses (dezembro de 2020 a novembro de 2021), o estado registrou saldo positivo de 33.282 postos de trabalho, com 172.053 admissões e 138.771 demissões.

Números nacionais

Segundo o Caged, o Brasil abriu 324.112 vagas com carteira assinada em novembro. O resultado positivo do mercado formal de trabalho coletado todos os meses pelo Ministério do Trabalho e Previdência Social é fruto de 1.772.766 admissões e de 1.448.654 desligamentos no período.

Segundo o R7, com as contratações de novembro, o estoque total de vínculos celetistas ativos no Brasil foi de 41.551.993, número que representa uma variação de 0,79% em relação ao contabilizado em outubro.

No acumulado do ano até novembro, o Brasil acumula 2.992.898 contratações a mais do que demissões. O saldo positivo, ainda passível de revisões nos próximos meses, é decorrente de 19.136.617 admissões e de 16.143.719 desligamentos.

Os dados positivos do Caged surgem no mesmo momento em que o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) mostra que o desemprego recua, mas ainda atinge 12,6% da população (13,5 milhões).

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